terça-feira, 28 de julho de 2015

Alfabetização: Um Desafio Prazeroso









A alfabetização está na criança mesmo antes dela entrar na escola, no convívio diário, pois existe várias fontes para a criança praticar a leitura, seja um livro, a televisão, leitura de imagens, músicas entre outras. A escola tem seu papel de fazer com que a criança desenvolva o hábito da leitura e escrita, favorecendo assim um ambiente prazeroso, despertando a curiosidade e o desenvolvimento cognitivo. O professor mediador por sua vez  tem o compromisso de levar consigo as várias estratégias e métodos para que o aluno seja alfabetizado com muito prazer e amor, levando em conta o que está sendo trabalhado em sala de aula, qual a atividade que está sendo desenvolvida. Ressalto também a importância do trabalho lúdico na sala de aula que faz com que o aluno desperte o raciocínio lógico, e os gêneros textuais, que são as leituras do nosso dia a dia, para que o aluno possa saber que tipo de texto está lendo. 

Bom trabalho! Bjs



quinta-feira, 23 de julho de 2015

Prática Pedagógica Inovadora





- É abrir-se para o novo, para a mudança.
- Buscar novos métodos de ensino.
- Confiar na capacidade de seus alunos.
- Trocar ideias nas reuniões pedagógicas.
- Ter várias formas de avaliar os alunos.
- Construir caminhos e alternativas para uma boa aprendizagem.
- Buscar ajuda quando necessário.
- Fortalecer a força, partindo das pequenas conquistas diárias.
- Ser ousado e dinâmico.
- É gostar e acreditar na educação.


"O professor não deve levar em conta, como ponto de partida para a ação pedagógica , apenas o que a criança já conhece ou faz, mas principalmente, deve levar em conta suas potencialidades cognitivas, fazendo outros desafios e mais exigentes no sentido de envolvê-las em novas situações de modo a provocá-las, permanentemente, à superação cognitiva". ( Vygotsky )




Bom Trabalho Professores(a)   Um beijão!





Dicas para vocês professores(a): Fazer diferente em sala de aula!




O lúdico nos mostra a possibilidade de desempenhar um   bom trabalho, que desperta a atenção e o entusiasmo do aluno em aprender determinados conteúdos!


Bom trabalho! Um beijão!





  1.  


1- Trabalhar atividades lúdicas.
2-  Usar diferentes dinâmicas que desperte a atenção dos alunos.
3- Envolva seus alunos nas aulas, desafiando eles com perguntas relacionadas ao conteúdo.
4- Se preciso mude posição das cadeiras.
5- É importante também o trabalho em grupo, para que você possa ver a interação de um aluno com outro em equipe.
6- Levar revistas, livros, filmes, videos, jornais e outros para a sala de aula, é muito proveitoso pois os alunos aprendem muito através de outras fontes de informações. 
7- Estimule seus alunos, isso levanta a auto estima deles, deixando sempre transparecer que ele é capaz e consegue.
8- Aproveite o inicio da aula para trabalhar a melhor atividade e a mais dinâmica.
9- Observar o desempenho individual de cada aluno  isso é muito importante.
10- Perguntem a eles como foi a sua aula, se gostaram ou não.


Bom trabalho Professores(a)      Um Beijão 
 

terça-feira, 14 de julho de 2015

Tô de Férias



Os profissionais da Educação devem compreender a importância de se recuperar da exigência física e psíquica do trabalho

Luis Carlos de Menezes

Quem considera um privilégio o fato de o educador dispor de férias mais prolongadas no fim do ano - além do recesso de julho - não sabe o que significa conduzir diariamente uma turma de alfabetização ou ensinar uma disciplina em várias escolas para centenas de jovens. Também desconhece o fato de que no recesso, além de um período de descanso, há outro dedicado a avaliação, planejamento e preparação. É preciso lembrar ainda que educadores trabalham em escolas, que são intensos cenários de vida em que desemboca todo tipo de questão social, familiar e pessoal.

Crianças e jovens têm a liberdade lúdica como até mais importante que o preparo formal nas aulas e, por isso, férias longas são tão valorizadas por eles. Para os professores, no entanto, elas têm outro sentido. Especialmente para os que atuam na Educação Básica, esse período é essencial para recompor o preparo intelectual, o equilíbrio emocional e o condicionamento físico antes de retomar o esforço no próximo ano letivo.

O professor que consegue levar esses dias a sério se desobriga de horários e evita outros compromissos, saboreando o repouso físico e mental ao frequentar museus, parques e livrarias ou viajar com a família. Há aqueles que descansam enquanto dão conta de coisas práticas, como pintar a casa, cuidar do jardim, fazer exames médicos de rotina ou renovar o repertório para o próximo semestre. Mas existem também educadoras que são mães e, nas férias em casa, acabam sendo até mais solicitadas e, como os que precisam se dedicar a outro trabalho para completar um orçamento curto, talvez voltem às aulas sem ter repousado, aumentando seu desgaste.

Pensando nessas várias situações, me aventuro a sugerir uma lista mínima para as férias, com o objetivo de que seja uma prioridade nesse período especial.

- Quem todos os dias sai às pressas para a primeira aula tem direito a cafés-da manhã preguiçosos. Com ou sem jornal, mas com música suave.

- Quem o ano todo lê textos de alunos e de Educação merece ler, por prazer, um livro de outro assunto que não de trabalho. E escolher outros para ler depois.

- Quem sempre dirige o espetáculo, aula após aula, deve assistir "de camarote" a uma boa peça, a um bom filme ou a seu esporte predileto. É bom fazer reservas.

- Quem tem estado em pé horas a fio - e vai repetir a dose - merece uma boa avaliação física. É bom agendá-la logo.

Agora, uma sugestão para as escolas. Que tal propor na tradicional brincadeira de amigo-secreto a troca de CDs para ouvir nas manhãs preguiçosas, de livros para ler com prazer ou de ingressos, com acompanhante, para um espetáculo? Podem ser presentes efetivos ou vales e também algo diferente, próprio da escola ou da região. Qualquer que seja a opção, o custo será bem menor do que o valor simbólico, inestimável, de sabermos nos valorizar também nas férias.

Não importa se for impossível organizar essa preparação coletiva, desde que cada um leve esses dias a sério e se programe para saboreá-los, com os próprios critérios e não com os meus, é claro. Mas é preciso garantir que sejam férias de corpo e alma. Todo educador merece!
Luis Carlos de Menezes 

Físico e educador da Universidade de São Paulo, sabe que um repouso prolongado não é privilégio, mas necessidade de quem trabalha na Educação Básica.

Publicado em NOVA ESCOLA Edição 218NOVEMBRO 2008.